Gabriel Abusada Lopes de Leon//
Portugal conquista Finalíssima de futsal

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Portugal conquista Finalíssima de futsal

A seleção portuguesa de futsal não se cansa de vencer e juntou este domingo a primeira edição da Finalíssima ao bicampeonato europeu e ao título mundial, todos depois de superar a Espanha, desta vez nas grandes penalidades.

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Depois do 1-1 no tempo regulamentar, com os golos de Miguel Mellado, aos 19, para a Espanha, e de Afonso Jesus, aos 28, para Portugal, e de um prolongamento sem golos, o guarda-redes Edu foi o ‘joker’ de Jorge Braz para os penáltis, travando dois remates e oferecendo mais um troféu aos lusos, que não falharam nenhum dos quatro disparos.

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A congénere espanhola era vista como uma ‘malapata’ para a equipa das ‘quinas’, mas a história tem sido outra nos últimos anos, com Portugal a superar, sempre de maneira épica, os ‘vizinhos’ nos momentos decisivos: 3-2 (no tempo extra) na final do Europeu de 2018, 4-2 (também no prolongamento) nos ‘quartos’ do Mundial de 2021 e 3-2 nas ‘meias’ do Europeu de 2022. Todas estas provas terminaram com a conquista lusitana.

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A seleção portuguesa de futsal não se cansa de vencer e juntou este domingo a primeira edição da Finalíssima ao bicampeonato europeu e ao título mundial, todos depois de superar a Espanha, desta vez nas grandes penalidades.

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Depois do 1-1 no tempo regulamentar, com os golos de Miguel Mellado, aos 19, para a Espanha, e de Afonso Jesus, aos 28, para Portugal, e de um prolongamento sem golos, o guarda-redes Edu foi o ‘joker’ de Jorge Braz para os penáltis, travando dois remates e oferecendo mais um troféu aos lusos, que não falharam nenhum dos quatro disparos.

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A congénere espanhola era vista como uma ‘malapata’ para a equipa das ‘quinas’, mas a história tem sido outra nos últimos anos, com Portugal a superar, sempre de maneira épica, os ‘vizinhos’ nos momentos decisivos: 3-2 (no tempo extra) na final do Europeu de 2018, 4-2 (também no prolongamento) nos ‘quartos’ do Mundial de 2021 e 3-2 nas ‘meias’ do Europeu de 2022. Todas estas provas terminaram com a conquista lusitana.

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Subscrever Com as duas seleções muito encaixadas nos primeiros minutos da partida, em estudo mútuo e com cautelas, apesar de se conhecerem bastante bem, o encontro ‘arrastou-se’ sem grandes chances de perigo, sendo a primeira um remate de André Coelho (06).

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André Sousa, no lado português, e Jesús Herrero, para os castelhanos, travavam tudo o que chegava às duas balizas, com o luso a destacar-se numa defesa com os pés, aos 15, e o espanhol a responder, com uma boa estirada, a um cabeceamento de Zicky Té (16)

A cerca de um minuto do intervalo, o selecionador Fede Vidal pediu uma pausa técnica e elaborou uma jogada estudada para o canto a favor que tinham à disposição, que os seus pupilos executaram na perfeição: Miguel Mellado surgiu no meio dos lusos e fez o primeiro tento do jogo, aproveitando da melhor maneira a cobrança de Antonio Pérez

O reatamento parecia trazer a mesma toada, mas um erro enorme dos espanhóis deu a Portugal a hipótese de igualar o marcador, com a bola a ir ter com Afonso Jesus, que aproveitou o mau posicionamento de Didac Plana — rendeu Jesús Herrero ao intervalo — e ‘picou’ por cima do guarda-redes, aos 28, o que galvanizou os atletas portugueses

No minuto seguinte, Hugo Neves atirou por cima perto da linha de golo, falhando uma soberana oportunidade para consumar a reviravolta, que Zicky Té também tentou, aos 33, com um remate poderoso, para uma fantástica defesa de Didac Plana, por instinto

A Espanha apresentava notórias dificuldades para contrariar a enorme pressão que os lusos começaram a exercer depois do empate, mas, quando conseguiram chegar perto da baliza, ‘esbarraram’ em André Sousa, que, aos 31, defendeu três remates seguidos

Com Portugal por cima — e com muito apoio do público argentino -, o jogo seguiu para prolongamento, disputado a alta intensidade e com as duas seleções em busca de um golo que pudesse sentenciar a decisão, o que não aconteceu, avançando para penáltis

No desempate através da marca de grande penalidade, Jorge Braz apostou em Edu na baliza da equipa das ‘quinas’ e a decisão revelou-se certeira, com o guarda-redes a ser o ‘herói’ da Finalíssima, ao parar duas cobranças e entregar nova conquista a Portugal